Como anda o reflorestamento no Brasil

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A necessidade de um estruturado plano de reflorestamento para os terrenos brasileiros é inegável. Seus benefícios para o solo também, mas por que o reflorestamento ainda é um problema nas terras do nosso país?

Infelizmente o que sempre move e sempre moverá o rumo dos investimentos de qualquer negócio é o lucro. E poucos donos de terras e fazendeiros irão optar por livre e espontânea vontade no “bom uso” das terras se isso não tiver uma vantagem lucrativa para ele.

A importância de investir no reflorestamento de florestas

No entanto a situação vem mudando, mesmo que a passos lentos. Tudo como fruto de leis e incentivos ficais criados justamente para apoiar empresários e fazendeiros a aderirem ao reflorestamento como negócio.

Mas vamos começar do começo, afinal…

Do que se trata o reflorestamento?

Basicamente, o reflorestamento consiste a reposição de vegetação em locais que anteriormente foram desmatados.

Os benefícios do reflorestamento vão desde o aumento de empregos diretos e indiretos até a diminuição da pressão sobre as florestas nativas e proteção da superfície do solo. Tudo isso, consequentemente gera uma maior biodiversidade e produção de oxigênio.

O Brasil está entre os países com mais florestas plantadas. Mas isso ainda é pouco perto do ideal para o vasto território que temos em nossas mãos.

Reflorestamento como negócio

Apesar da técnica de reflorestamento de espécies como eucalipto serem muito antigas, esse modelo vem ganhando força como negócio só nos dias de hoje. Atualmente, com incentivos governamentais voltados para esse tipo de plantação, empresas estão enxergando oportunidades onde até então não existiam.

Reflorestamento pode ser lucrativo

Hoje, o reflorestamento surge, por exemplo, como uma saída para a crescente demanda de madeira serrada no mercado.
Sem contar na possibilidade de reinserção de madeiras “raras” que podem voltar a serem comercializadas. Com essas e outras justificativas, o reflorestamento vem ganhando força como modelo de negócio bastante lucrativo.

E o governo no meio disso tudo?

Podemos dizer que o governo possui participação considerável nessa previsão. No início desse ano, por exemplo, foi criada a Proveg (Política Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa). A instituição terá envolvimento na meta de restaurar milhões de hectares de florestas além de contribuir na regularização ambiental das propriedades rurais.

Políticas públicas para incentivar o reflorestamento

Basicamente, a criação dessa instituição vem como forma de contribuir em alguns pontos-chave:

  • garantir o cumprimento de políticas públicas já existentes;
  • estimular a criação de incentivos financeiros;
  • estabelecer de mercados para produtos e serviços gerados a partir da recuperação da vegetação nativa.

No entanto, no campo das ideias tudo pode ser belo e aplicável. O desafio é analisar como todas essas projeções e metas públicas e privadas continuarão se cumprindo com o passar dos anos. E como isso poderá ser efetivo e trazer bons resultados para a recuperação do nosso solo.